Como funciona e o que é a ovodoação?

Nessa técnica de reprodução assistida, a futura mãe (mulher receptora) realiza um procedimento de fertilização in vitro (FIV) onde é utilizado o óvulo de uma doadora.

Como funciona e o que é a ovodoação?

 

No dicionário o termo doar diz respeito a: oferecer, entregar a posse de, ofertar alguma coisa gratuitamente a alguém; mas, para além de um termo em um livro ou um gesto de solidariedade a ovodoação é uma das formas mais altruístas de amor. Graças a essa técnica, regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), casais com dificuldade de obter uma gestação por não terem óvulos próprios, seja por falência ovariana, diminuição da reserva ou outras causas, podem contar com a ajuda de uma mulher voluntária de forma anônima que torna-se doadora de seus óvulos, inspirada pela possibilidade de fazer com que outras pessoas possam vivenciar o amor e a alegria de experimentarem ter seus próprios filhos.

 

Como é feito o procedimento?

 

Nessa técnica de reprodução assistida, a futura mãe (mulher receptora) realiza um procedimento de fertilização in vitro (FIV) onde é utilizado o óvulo de uma doadora.

 

Existem dois tipos de doadoras: as que fazem doação voluntária, que ocorre quando uma doadora que não tem problemas de fertilidade se submete ao processo de estimulação ovariana e coleta de seus óvulos, com intuito de doá-los ou a doação compartilhada que é feita quando uma mulher que está em tratamento de reprodução assistida divide os seus óvulos entre ela e a receptora, nesse último caso o custo do tratamento é dividido entre ambas as partes envolvidas de forma anônima, por intermédio da clínica.

 

Segundo estudos globais, a ovodoação possui eficácia comprovada, com ótimas taxas de sucesso!

 

Se você se identificou com essa iniciativa, você precisa saber que comercialização de óvulos não é permitida e vários critérios são avaliados para você ser uma doadora. Um dos principais desses critérios é estar na idade máxima para doação (que em nossa clínica é de até 33 anos), ter exame de cariótipo normal, boa saúde geral, boa reserva ovariana e pesquisa infecciosa negativa. Isso tudo para procurar alcançar boas taxas de fertilidade e qualidade dos óvulos otimizando as chances de sucesso no tratamento. Além disso, a legislação brasileira atualmente não permite a doação entre familiares.

 

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